Recordando Amália
Poema e voz de Euclides Cavaco
Mais um ano se passou
Após a triste partida
De Amália que nos deixou
Dolentes na despedida.
Seis de Outubro malogrado
Dia de luto e sombrio
Que deixou no nosso fado
P’ra sempre um grande vazio.
Esta data desditosa
É algo que em nós perdura
É lembrança dolorosa
De nostálgica amargura.
Mas Amália é honrada
Em cada ano que passa
Qual memória venerada
Orgulho da nossa raça.
Amália e o seu fado
Estarão sempre entre nós
Deixou-nos como legado
O eco da sua voz .
Seu povo saudade sente
Da sua Amália imortal
Que será eternamente
Um padrão de Portugal !...
Euclides Cavaco