Olhando o Tejo

Meu rio Tejo imponente,
Que desde a tua nascente,
Corres a serpentear,
Por terras de dois países,
As quais se sentem felizes,
De lá te verem passar.

Passas vales e rochedos,
Trazes contigo segredos,
Que a Lisboa vens contar,
Com toda a tranquilidade,
Ao beijares esta cidade,
Que te une com o mar,

Após as histórias contadas,
Tuas águas prateadas,
Dão vida à nossa Lisboa,
Em constante actividade,
És a alma da cidade,
Onde nasceu a canoa.

Tranquilo e já sem pressa,
Inspiras quem te atravessa,
A ter o grande desejo,
Ao terminar a viagem,
De parar na tua margem
E ficar…Olhando o Tejo!…

Autor: Euclides Cavaco