Natal da Diáspora

Voz do autor: Euclides Cavaco

 

O NATAL
Desperta nas longas e taciturnas noites de quem está ausente
Sentimentos de doce convívio, inebriados pela lonjura que os separa
Com recordações de amizades inapagáveis
Que por vezes acordam tendências recalcadas
Que lhe ficaram dos seus tempos de infância
E que lhe trazem à lembrança, memórias da Pátria Mãe
Que se dissimulam como epílogo, em nostalgia e saudade.

O NATAL
Reconcilia instintos adormecidos em nós
Realça a generosidade
E tudo o que de bom existe no ser humano para o palco da vida.
Estabelece tréguas entre inimigos
E mimoseia até as crianças que não obstante a sua candura
Conheceram ralhos e proibições e gestos indiferentes.

O NATAL
É o momento de perdoar ingratidões inesperadas
Que provocaram talvez instintivamente injúrias e profanações
Com as quais o instinto humano, se pretende logicamente retaliar.

O NATAL
Sobrepõe-se a estes pequenos vitupérios
Que passam como que olvidados neste teatro da vida
Camuflados entre os cânticos natalícios e os cartões de Boas Festas
Que se penduram na árvore de Natal ou se expõem visivelmente
Como que a atestar o testemunho de amizades presentes.

O NATAL
Traz consigo o Ano Novo
E com ele renasce contudo a esperança de melhores dias
No seguimento do Natal da fraternidade
Onde a concórdia apregoada nas melodias de Natal
Parece alimentar uma esperança que não morre
E que inspira perseverança nos que nela acreditam.

O NATAL
É também um evocativo de presentes
Ai que bom seria, se o Pai Natal trouxesse como presente
Para cada lar português da nossa Sociedade
Um círio de Natal
Para que nele fosse ateada a chama viva da paz e harmonia social
E que nunca mais se apagasse
Para que essa chama constante de concórdia e amor recíproco
Fosse o motivo dominante de cada dia
A fim de que cada dia da nossa vida
FOSSE UM DIA DE NATAL !...
Voz do autor: Euclides Cavaco

O NATAL
Desperta nas longas e taciturnas noites de quem está ausente
Sentimentos de doce convívio, inebriados pela lonjura que os separa
Com recordações de amizades inapagáveis
Que por vezes acordam tendências recalcadas
Que lhe ficaram dos seus tempos de infância
E que lhe trazem à lembrança, memórias da Pátria Mãe
Que se dissimulam como epílogo, em nostalgia e saudade.

O NATAL
Reconcilia instintos adormecidos em nós
Realça a generosidade
E tudo o que de bom existe no ser humano para o palco da vida.
Estabelece tréguas entre inimigos
E mimoseia até as crianças que não obstante a sua candura
Conheceram ralhos e proibições e gestos indiferentes.

O NATAL
É o momento de perdoar ingratidões inesperadas
Que provocaram talvez instintivamente injúrias e profanações
Com as quais o instinto humano, se pretende logicamente retaliar.

O NATAL
Sobrepõe-se a estes pequenos vitupérios
Que passam como que olvidados neste teatro da vida
Camuflados entre os cânticos natalícios e os cartões de Boas Festas
Que se penduram na árvore de Natal ou se expõem visivelmente
Como que a atestar o testemunho de amizades presentes.

O NATAL
Traz consigo o Ano Novo
E com ele renasce contudo a esperança de melhores dias
No seguimento do Natal da fraternidade
Onde a concórdia apregoada nas melodias de Natal
Parece alimentar uma esperança que não morre
E que inspira perseverança nos que nela acreditam.

O NATAL
É também um evocativo de presentes
Ai que bom seria, se o Pai Natal trouxesse como presente
Para cada lar português da nossa Sociedade
Um círio de Natal
Para que nele fosse ateada a chama viva da paz e harmonia social
E que nunca mais se apagasse
Para que essa chama constante de concórdia e amor recíproco
Fosse o motivo dominante de cada dia
A fim de que cada dia da nossa vida
FOSSE UM DIA DE NATAL !...

Euclides Cavaco